O que é preciso para que um funcionário “vista a camisa” da empresa na qual trabalha?

Segue abaixo comentário recente que fiz numa das listas de discussão que participo. Um tema de bastante relevância para que possam refletir e comentar/contribuir com ideias nesse assunto.
 
 
—– Original Message —–

Sent: Tuesday, June 29, 2010 10:35 PM
Subject: Re: [Unit-Info] O que é preciso para que um funcionário "vista a camisa" da empresa na qual trabalha?

 

Benja e demais colegas,
 
gostei bastante do texto e, respondendo a pergunta, acho que SEMPRE devemos vestir a camisa de onde estivermos e sermos comprometido com o que fazemos, mesmo que tenhamos insatisfação em algum aspecto. Nunca estaremos 100% satisfeitos e, se estivermos, tem algo errado, pois isso é o que nos move, isso nos faz sair da zona de conforto.
É sempre importante focar nas suas responsabilidades, fazer o "algo a mais" para sair da média e se destacar. Pode ser que o reconhecimento não venha na hora ou na medida que você espera, mas ele vai vir… E se não vier (paciência tem limite), o importante é buscar novos horizontes (e isso pode até mesmo ser dentro da própria empresa).
 
O ponto base e mais importante a se fazer é o seguinte: tenha objetivos e metas próprios e veja se eles estão alinhados com os da empresa. As pessoas não trabalham por tarefas, trabalham por propósitos e temos que entender isso. Sem um alvo, sem uma filosofia de carreira, qualquer caminho, empresa, salário, função, serve….
 
No mais, é focar no autoconhecimento, descobrir onde você quer chegar e buscar isso no ambiente que gera seus resultados.
 
Abraços,
Alércio Bressano
 
 
 
—– Original Message —–
From: Benjamin Quintino
Sent: Friday, June 25, 2010 6:50 PM
Subject: [Unit-Info] O que é preciso para que um funcionário "vista a camisa" da empresa na qual trabalha?

 

                Vejo que hoje em dia é muito difícil encontrar pessoas que sejam totalmente comprometidas no trabalho. Até que ponto isso pode ser possível diante de toda concorrência  e pressão por parte do mercado aquecido de TI? E quando isso pode ser prejudicial ou benéfico à saúde profissional?

                Já ouvi pessoas falarem que ficar dois ou três anos em uma determinada empresa já é o suficiente, depois pedem as contas(sem razão aparente ou somente para adiquirir novas experiências em outros lugares). Tem também os que falam que nunca irão deixar a empresa em que trabalham –  “Por mim eu morro lá, está ótimo !”, ou ainda, os que trabalham apenas por dinheiro – “Sou como leilão, quem pagar mais, leva !”.

                Diante de toda essa situação, como a empresa pode se impor para que a rotatividade dos funcionários esteja sempre em baixa? O que ela pode proporcionar para que o seu funcionário seja  comprometido com toda sua existência e objetivos? Será que basta um  aumento de salário? Um plano de cargos e salários compatível com o mercado e que realmente seja alcançável(tem uns que nem o Chuck Norris consegue chegar no topo)? Sempre ter novos desafios para um determinado grupo de pessoas? Dispor de cursos de capacitação para que seus colaboradores semprem fiquem atualizados em determinadas ferramentas e/ou metodologias? Participação dos lucros? Ter gerentes que realmetnte entendam do negócio e que tenham uma boa relação interpessoal com sua equipe? O que escolher entre todas as opções? Uma? Duas? Ou todas?

                Tem gente que age como se fosse o dono da empresa, “mandando” em colegas de trabalho, não aceitam sugestões ou críticas construtivas e continuam do mesmo jeito  até que chega o belo dia em que toma uma rasteira para ter que desenpenar o nariz.  Gerentes que se isolam dos demais – “Não me misturo com essa gentalha!” e que só vão saber como as coisas estão depois de marcarem duas ou três reuniões de alinhamento, diga-se de passagem, totalmente improdutivas, enquanto poderiam simplesmente sentar do lado do colaborador e perguntar o que ele fez hoje, onde está, se atrasou, o porque do atraso e assim por diante. Por falar em gerente, se você é um, sabe o que significa uma boa relação interpessoal? Se não sabe, eu explico resumidamente:  Desenvolver um bom nível de relacionamento com todas as pessoas é uma responsabilidade individual e organizacional. Para nos conhecermos melhor, é preciso criar um ambiente de confiança que possibilite a troca constante de feedbacks, que nem sempre é fácil, pois na maioria das vezes, a cultura atual do mercado não utiliza esta prática de forma profissional, impedindo o crescimento e a transparência nos relacionamentos.” – Achei mais fácil copiar e colar J. E aí amigo? Você tem um bom relacionamento com todas as pessoas? Mesmos com aquelas que são mais problemáticas? O que todos acham de você? Já parou para se perguntar isso? Um simples bom dia com cara de bem humorado pode fazer a diferença. Tem empresa que perde funcionário porque seu gerente não sabe resolver as coisas de forma amigável.

                Até onde você pode chegar na sua empresa? Tem gente que trabalha sem nenhum “norte”, ou seja, trabalha por trabalhar sem saber quando vai receber um aumento de salário, ou como fazer para receber tal. A não ser as famosas promessas – “Não se preocupe que daqui a 2 meses vamos aumentar seu salário” e enquanto tiver próximos 2 meses, continuam adiando o seu sonhado aumento.  Finalmente so recebe o sonhado auemento quando têm em mãos uma proposta melhor em outro lugar. Isso realmente cansa, não é? A lógica é bem simples: Quanto mais experência você tem, mais valioso você é. Ou seja, seu salário tem que aumentar um pouco a cada ano, se tem cursos e certificações consequentemente tem que aumentar mais um pouco. E sobre as participações de lucro/comissões? Era muito melhor se todas as empresas repartissem um pedaçinho do pão com o funcionário, afinal isso é motivação.  Quanto mais projetos eu entrego no prazo, recebo mais no final do mês. Infelizmente as empresas não funcionam desse jeito, ou seja, se eu trabalhar mais recebo X, se eu trabalhar menos recebo X tabmém. Por qual devo optar? Resposta difícil essa einh?

                Aqui tem projetos novos? Tem novos desafios? Que motivação eu tenho, se eu fico no mesmo projeto durante vários meses, só fazendo e desfazendo as coisas por falta de uma boa definição de negocio e escopo por parte dos meus superiores? Isso realmente é desmotivador.

                Ja parou para pensar se vale mesmo a pena “vestir a camisa” e ser comprometido com sua empresa ou ser apenas envolvido com as atividades que são de sua responsabilidade? Será que eu vou ter a cara de de pau de fazer toda “propaganda” da minha empresa enquanto eu sou um incompetente e posso perder meu emprego a qualquer hora? É melhor ganhar um pouco mais e ser infeliz profissionalmente (em todos os sentidos, incompetente) , ou ganhar um pouco menos fazendo o que realmente gosta e ser realizado? Falo isso porque tem gente que prefere ganhar menos e ter o título de gerente, sem ter capacidade nenhuma para tal papel.

                E aí, qual a opinião de vocês? Quando realmente a gente deve “vestir a camisa” da empresa na qual trabalhamos?

    • Johnd634
    • 28 maio, 2014

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