Qual o seu Sacrifício de hoje?

Os dias passam, os fatos ocorrem, as reflexões acontecem e o ato de compartilhar pode incomodar e ajudar as pessoas para a mudança… Não existe mudança/evolução sem incomodação!

E falando em evolução, qual a sua escolha: diferenciar-se ou continuar na média? Fazer diferente ou fazer o que todos fazem?

Se a sua escolha for ficar na média, não reclame! Contente-se com pouco! Mas se a sua escolha for estar acima da média, prepare-se! Só existe um caminho: fazer sacrifícios!

Você recusa um desafio de fazer algo que pareça impossível (seja pelo seu perfeccionismo ou pela eterna desculpa da “falta” de tempo) mas pode ser que nem seja tão complicado assim. Você só saberá que é complexo ou simples se você fizer! Supere o julgamento da resistência inicial “não tenho tempo!” e tome uma decisão:

* Eu posso dormir mais tarde?

* Eu posso acordar mais cedo?

* Eu posso reduzir o horário do almoço?

* Eu posso adiar aquele compromisso para o dia seguinte e encaixar aquela oportunidade única?

  

E é nesse momento que identificamos a real “diferença dos diferentes”, a fronteira que separa os que estão na média e os que estão acima da média: a decisão de se sacrificar!

Tenha uma boa dose de vontade, uma gestão adequada de prioridades e do tempo e uma “pitada caprichada” de sacrifício! É assim que você irá se superar e construir o seu diferencial.

E convido você a refletir agora: qual o seu sacrifício de hoje? Se já veio algum em mente, meus parabéns! Se não veio nada em mente, não se preocupe! Você pode mudar AGORA e definir qual o seu próximo sacrifício! Go?

Por Alércio Bressano

Debate videocast Todos por um e Um por Todos #2 – Tema “Insatisfação no Trabalho. Quais os motivos?”

Contribuições dos participantes (Debate)

Videocast Todos por um e Um por Todos #2 – Tema “Insatisfação no Trabalho. Quais os motivos?”

Todos por um #2 – lançando o desafio

Maria Angelica Castellani (SP) Oi Alercio, penso que um dos principais motivos entre outros muitos pode ser a imposição hierárquica, falta de autonomia, falta de empowerment. Abs!

Odelar Oliveira Maria Angelica, penso na mesma linha que você, pois vejo que as pessoas não são consideradas como parte fundamental dos trabalhos a serem desenvolvidos, sejam projetos ou manutenção da operação. Dificilmente são ouvidas ou convidadas a participar da solução e muito se dá aos imediatismos atrelados à “autoridade” hierárquica! Muito bom discutir sobre!

Maria Silvia M Pompeu (SP) … antes tarde do que nunca!!! lá vai a minha contribuição: um dos vários motivos, com o qual me deparei (através de pesquisa interna) é a frustração por não conseguir contribuir à altura da função; desde seu entendimento em profundidade, o impacto daquele processo no resultado e no organismo sistêmico (áreas pares), , capacitação operacional da função (know-how) e gestão— desde o momento zero (integração); a decolagem na empresa. O cenário vai ganhando uma proporção “bola de neve” e buumm!! >> tchau, mesmo!!

Mariana Furtado (Portugal) A minha opinião resume-se a 3 pontos básicos:
1. um dos principais motivos é intrínseco em nós e primordial em tudo na vida. O facto de as pessoas não se conhecerem a si próprias, ou mesmo não terem a capacidade de parar e pensar o que realmente as faz feliz.. “O que me faz feliz?” não é estranho que quase todos queiram o mesmo quando perguntamos? isso deve-se a uma formatação geral de que todos somos vitimas. Muitos de nos temos grandes sonhos e expectativas quando somos pequenos e ao longo da vida vamos esquecendo e acabamos por seguir o que a vida nos vai reservando, sem grandes lutas. Acho que se todos parássemos e tivéssemos a capacidade para pensar o que realmente nos faz feliz, e lutarmos por isso, sejamos novos ou velhos, seriamos bastante mais satisfeitos no nosso trabalho, pois “quem corre por gosto não cansa”.
2. Depois posso também dizer que o grande defeito do mundo é a falta de amor pelo próximo. Vivemos numa bolha só nossa em que não nos preocupamos com o que o próximo acha ou pensa. Isto faz com que nas empresas ninguém se preocupe se os seus trabalhadores estão motivados, satisfeitos ou não.
Tenho bastante atenção a esse factor com as pessoas que trabalham comigo. É bom trabalhar num ambiente feliz e equilibrado, para além que gera muito mais lucro. Mais lucro melhores salários. É um ciclo.
O ser humano tem 6 necessidades básicas:
. sentir conforto tanto espiritual como físico
. Surpresas e desafios (quebra de quotidiano)
. Sentir-se especial e reconhecido
. Dar e receber atenção (sentir-se amado)
. Sentir que está a progredir
. Aprender
e as entendermos e reconhecermos é fácil conseguirmos as pessoas felizes não só no trabalho, mas também em outros momentos.
3.Por último digo, como arquitecta, que o espaço onde as pessoas trabalham é factor fundamental que influência a mente e conforto humanos. Trabalharmos com boas condições, luz natural, espaço agradável e confortável, faz-nos sentir mais vivos, mais produtivos.
Por último gostava de comentar algo que aqui foi dito quanto à imposição hierárquica. Caso esta não existisse as empresas eram uma anarquia. Uns nasceram para ser lideres, outros menos. Uns preferem trabalhar para outros. A questão aqui é que ser líder, ter pessoas a cargo dele não é fácil.. Não se manda fazer, pede-se para fazer. Saber mandar é uma arte.

Byron Bastos (SE) Bem, como professor de educação básica (disciplina História), minha insatisfação se dá pelos seguintes motivos:
1. Sinto como se meu trabalho não tivesse resultado algum. É como uma pregação no deserto. O que angustia, pois sinto que finjo ensinar. Enquanto os alunos fingem (alguns nem isso) aprender;
2. A carga horária de trabalho é excessiva, o que prejudica o planejamento extra-classe. Que é uma etapa decisiva num trabalho bem sucedido;
3. Falta estrutura para desenvolver as tarefas com qualidade. De coisas básicas como a porta de uma sala, às basilares como uma biblioteca (com um funcionário responsável por ela);
4. A remuneração é baixa. O que obriga assumir uma carga horária de trabalho extenuante para conseguir um salário digno;
5. Educação parece ser algo em que todos podem opinar. Dessa forma, convivemos com um grande número de incompetentes atuando em cargo de gestão. Dessa forma, temos desde “fórmulas mágica” à “ideias fora do lugar” tentando ser impostas nas escolas. Essa verticalização do poder, extremamente autoritária, confunde e divide os professores. E atrapalha o desenvolvimento de qualquer trabalho que se busque qualidade. Dado que são membros duma mesma equipe remando em direções contrárias.
Bem, é isso.

André Cabral (SE) Excelente tema amigo, eu acredito que faz parte da natureza humana ser insaciável.
Isso seguramente é o maior motivo de evoluirmos e estarmos vivos.
Temos que focar no equilíbrio das nossas expectativas, necessidades e resultados valorizando cada um não esquecendo do outro.
Tenho percebido também uma necessidade das pessoas mostrarem que são fortes ou que dão duro como vivemos no tempo fast food fast talk fast task fast result instintivamente as pessoas expõe suas mensagens muito rápido e sem filtro gerando um clima de insatisfação constante. Na minha área vejo pessoas reclamando que voam muito e estão cansadas, voam pouco e não ganham bem, voam durante o dia enquanto aqueles que voam a noite ganham mais e quando voam a noite não dormem. Enfim o foco é reclamar.
Dessa turma que de tudo reclama, vejo fortes influências da nossa educação precária não estou falando das instituições mas do que os pais tem feito em casa. Com a revolução industrial o pai saiu de perto dos seus filhos e vários anos depois com o aperto da economia e inserção da mulher no mercado de trabalho a educação básica das crianças tem sido terceirizada para as babás creches e a TV…
Desenvolver resiliência nas pessoss requer um esforço grande e continuo para aprendermos a lidar com frustrações e terceirizar isso pode até dar certo mas nosso contexto em sua maior parte não tem sido dos que mais ME agrada.
Tenho o privilégio de trabalhar com o que gosto e sempre sonhei sou remunerado de forma satisfatória mas o preço cobrado é estar longe de casa, exposição a radiação cósmica, ambiente seco e ptessurizado, escalas cansativas alternando dias e noites, constante monitoramento das adversidades meteorológicas e falta fe infraestrutura.
Trabalhei no mundo corporativo e acredito que a maior ferramenta para o desempenho de uma equipe é seu líder e sua capacidade de motivação para isso ele tem que ter a liberdade para tal nessa hora entramos no clima organizacional que é reflexo das suas lideranças.

Victor Franco (SE) Acredito que a falta de reconhecimento dos gerentes para com os seus colaboradores, também influência para a insatisfação de muitos profissionais.

Quezia Freitas (SE) Vejo no mercado , dos dois lados , tanto organizações ,quanto colaboradores, confundindo reconhecimento ou resultado com valores em Reais. O “Valor” precisa ser reconhecido por ambos como algo bem maior que apenas dígitos. Rever isso faz toda a diferença na questão motivação. Nem todo reajuste salarial motiva equipes , nem a empresa pode valorizar apenas resultado numérico…. Refletindo muito sobre isso

Rødrigø Bradøx (SE) Alercio, existem vários motivos que podem causar essa insatisfação. Não comentarei todos q conheço/enfrentei, pois já os superei, mas como forma de contribuir com o seu trabalho pontuarei a minha última insatisfação (quase superada). O caso é o seguinte: acredito veementemente que nós Analistas de Sistemas passamos dias e mais dias pensando, estudando, especificando, projetando para construirmos algo mais próximo possível da perfeição, aí surge uma figura (geralmente um gestor) que n participa das etapas de lapidação da jóia e sem base alguma MANDA “na lata” que se faça uma “pequena” alteração no produto. Não sei os outros, mas me sinto totalmente desrespeitado/subestimado. Cada macaco no seu galho! Não que os gestores não possam intervir no produto, muito pelo contrário, devem sim, mas precisam respeitar o conhecimento e parar de potencializar os riscos. Para isso, deve-se passar a bola para o Analista, que avaliará a sugestão de quem quer que seja sob a ótica do conhecimento, gerando assim base suficiente para decidir se a sugestão poderá/deverá ser acatada.
Em Analogia, é como se o Gestor de uma construção alterasse por conta própria a estrutura da edificação sem o aval do Engenheiro, que para chegar àquela estrutura realizou diversos cálculos e estudos.
Espero ter sido claro e contribuído em algo.
Parabéns mais uma vez pela iniciativa.
Forte abraço.

Rodrigo Rocha (SP) Minha opinião é que a insatisfação no trabalho vem de fora pra dentro. Se o profissional não tem uma visão clara do “porque” ele vai trabalhar todos os dias, não há métodos ou processos que o manterá motivado. Eu se fizer, será por um curto prazo. Por outro lado, profissionais que tem uma visão dos seus objetivos e de onde ele quer chegar, poderão contribuir de forma significativa para o crescimento da empresa, desde que haja uma valorização. Cabe ao líder identificar tais papéis.

Rødrigø Bradøx (SE) Aí é q está. Fala-se muito da falta de motivação estar no profissional subordinado e esquecem do profissional líder.
Um líder ruim não faz uma equipe boa, mas uma boa equipe pode criar um falso bom líder, pois na maioria das vezes quando a coisa dá certo o mérito é do líder, no entanto quando dá errado a culpa é do resto da equipe.

Carlos Nazario (AL) Salário praticado hoje no Brasil, é uma das razões

Andre Santos (SE) A falta de sinceridade por parte das empresas também é um dos motivos.
Prometem o mundo na entrevista e não cumprem nem de perto o prometido.
Empresa que não apoiam qualquer tipo de inovação
Empresa com uma cultura de chefia e não de liderança.
Empresa que acha que quantidade de horas trabalhadas é sinal de produtividade.
Porém existe o profissional que não tem objetivo e está apenas indo trabalhar para ter o salário no final do mês, fica na zona de conforto, a Insatisfação é por culpa dele.

Um por Todos #2 – Resposta sobre Debate”Insatisfações no Trabalho. Quais os motivos?”

6 passos para se tornar Referência

A motivação desse post é compartilhar com vocês um bate-papo informal e produtivo que tive com a minha colega de pós, Marleide Claro. Depois do curso de introdução ao programa de mentoring OneLife que ministrei e ela participou, comecei a observar como ela entendeu todo o conhecimento e vivência passada no curso e ela passou a aplicar com maestria os conceitos da metodologia na sua vida para melhorar os resultados da gestão do tempo, da organização de suas finanças pessoais, objetivando realizar seu projeto de vida.

No último dia 14/11/14, assistimos a uma palestra e, antes de começar, ela me fez uma pergunta: “Alércio, tenho um objetivo: como posso me tornar referência em algo?”. Não gosto de modismos ou fórmulas prontas (balas de pratas ou silver bullets) e decidi compartilhar com ela um pouco das estratégias que utilizo. Fico muito satisfeito em ter seguido essas dicas e ser reconhecido como especialista em Gerenciamento de Projetos (PMI/PMBOK) e Formação de Equipes de Alto Desempenho usando Agile/Scrum. Reuni abaixo o que passei humildemente a ela para que consiga iniciar processo de buscar a assumir esse posto de referência nos assuntos profissionais que ela escolher seguir carreira. Você se torna referência em algo quando alguém pensa no tema e, imediatamente, lembra de você. Coloque na mente das pessoas, na “gaveta” do tema que escolheu, o seu nome e faça as pessoas lembrarem de você. Espero que seja útil para você que está lendo e também está buscando se diferenciar profissionalmente.

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1. Defina qual tema deseja se especializar e ESTUDE: o primeiro passo – e fundamental – é definir qual a sua área de atuação que deseja se tornar referência. Depois, procure pesquisar a bibliografia (livros, revistas, artigos) relacionada ao tema e comece os estudos. Seja via educação formal ou de maneira autodidata, o importante é estudar e conhecer a teoria que existe disponível, observando a experiência dos outros no assunto;

2. DIVULGUE os resultados dos seus estudos: atualmente, poucos entendem o poder ou sabe fazer bom uso das redes sociais. Indico Google+, Twitter, Facebook ou Linkedin para esse fim. Enquanto estuda, divulgue os links das referências, materiais, trechos relevantes lidos, reflexões após as leituras, enfim. Mostre que está buscando se capacitar naquele tema. Isso tem dois benefícios: a) você está começando a associar seu nome ao tema que deseja ser referência perante as pessoas que te seguem; b) você vai conhecer mais pessoas que pesquisam o mesmo assunto e esse networking/parceria é importante para se desenvolver mais no tema (trabalho em equipe).

3. ESCREVA um blog: essa é uma estratégia muito útil e eficaz para compartilhar seus estudos, vivências e aprendizados. Ao escrever um blog, você passará a ser acessado por uma infinidade de pessoas que estão buscando o seu tema nas ferramentas de buscas (Google, por exemplo). Isso é útil para facilitar a busca da informação a quem deseja consumi-la e as pessoas passam a encontrar você. Se você levar muito a sério e realmente fizer um trabalho que repercuta no meio, você pode começar a tornar o blog um negócio rentável. Mas isso é consequência. O objetivo é escrever e ser encontrado.

4. VIVENCIE na prática os conceitos: “conhecimento bom é aquele que colocamos em prática e gera resultado”. Essa é uma máxima que procuro divulgar. Você agora tem um grande desafio: procurar implementar os conceitos e a teoria que aprendeu num ambiente organizacional. Essa é a parte complexa e demorada: é preciso ter paciência,  persistência e tolerância ao erro nesse processo de inovação. Nem tudo vai sair como planejado, mas você precisa ter um objetivo: gerar um case de sucesso prático com o assunto que escolhei ser referência. Somente pare quando conseguir isso. Eu demorei 8 anos para cumprir esse passo! Persista ;)

5. PUBLIQUE sua experiência em artigos científicos ou livros: depois que comprovadamente você gerou resultados reais ao negócio da organização que aplicou na prática os conceitos,  agora você precisa ter foco em fazer uma publicação formal para divulgar seu case prático. Um artigo científico num congresso,  artigos em portais especializados no tema, um capítulo de um livro como coautor, um ebook, um livro autoral, enfim. O importante é sistematizar seu case formalmente e publicar para a comunidade ter acesso.

6. COMPARTILHE através de palestras, cursos e eventos: quando você fizer bem o passo anterior, voce passará a ser convidado a palestrar em eventos sobre o tema que gerou esse resultado, ministrar cursos e workshops e outras ações de compartilhamento da sua experiência.

Se você seguiu os 6 passos e executou de forma adequada, focada e com qualidade, seja bem-vindo ao seleto grupo de profissionais que são referências nos temas que escolheram para seguir carreira.

Defina um projeto com essas etapas e quebre em ações (metas smart) com dia e hora para realizar e monitore o avanço desse projeto. Com disciplina e determinação, você chegará lá e se tornará referência! Saia da média e esteja sempre fora da zona de conforto! Muito sucesso nessa caminhada!

Por Alércio Bressano

Os 2 segredos da Alemanha na Copa do Mundo de 2014

Um grande time precisa ser competente e ter um grande líder!
Um grande líder precisa de tempo para formar um grande time!

É com essa afirmação que inicio minha reflexão sobre o time da Alemanha! Isso mesmo! Um TIME! Não é qualquer seleção que recebe o título de uma equipe! A maioria são grupos de jogadores. E Fiorelli, em seu livro Psicologia para Administradores, diferencia bem grupo de pessoas e equipe.

Mas qual o segredo?

1. Um time se constrói com uma liderança duradoura. Nesse quesito, não temos como não citar o técnico Joachim Low. Assumiu a seleção depois da Copa de 2006 e fez um belo trabalho que culminou com o título da Copa em 2014. Preparação para copa no nordeste com treinamentos às 13h (horários de alguns jogos) e sem ar condicionado na academia para adaptação ao clima, seriedade e profissionalismo em cada jogo (muitos entendem isso por frieza) e uma capacidade fortíssima de resiliência para superar as adversidades (jogos duros com Gana e Argélia, além da final com a Argentina).

2. Um time não se constrói de uma hora pra outra. Esse é um resultado de um trabalho de 8 anos com muito planejamento, disciplina, dedicação, persistência e muita seriedade, além de ter o acompanhamento do mesmo técnico. É preciso entender que formar um time leva tempo e a liderança precisa continuar para manter suas estratégias em cada estágio de maturidade. Além disso, um time precisa estar junto para se adaptar e evoluir como equipe. Nesse aspecto a Alemanha dá um show: dos 30 convocados, 23 jogam em times do futebol alemão e 7 titulares jogam no mesmo clube (Bayern de Munique). Como concorrer com um time tendo a base que joga no clube? Não dá pra comparar com outras seleções que mais parecem uma “colcha de retalhos”, com talentos individuais mas sem conseguir trabalhar em equipe.

O resultado? Tetra campeão mundial na Copa do Mundo do Brasil em 2014!

Nem Cristiano Ronaldo, nem Messi, nem Neymar… Talento individual não garante bons resultados! Grandes conquistas são feitas por grandes pessoas trabalhando em equipe e sendo regidas por um grande líder!

Opinião: World Cup 2014 e as conclusões de Brasil 1 x 7 Alemanha.

Comprei esse livro em 03/05/2014 escrito por um dos jornalistas que mais admiro: PVC (da ESPN, imprensa que também admiro). Em tudo que faço procuro me envolver muito, conhecer e só depois opinar. Como sou especialista em formação de times, futebol é uma área que merece nosso estudo e atenção. Estratégias, táticas de jogo e organização de pessoas com foco num objetivo é o que fazemos nas empresas e é o que se faz dentro de campo.

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Não gosto de fazer parte do grupo dos incoerentes! Depois do jogo é fácil dizer que o time do Brasil é ruim. Entretanto, quem é próximo a mim sabe que essa era e sempre foi a minha opinião desde o início da Copa: o Brasil não tinha time para fazer frente aos grandes.
Enumero abaixo alguns motivos:
* a exposição exagerada e o oba-oba dos jogadores (selfies e etc);
* o eterno clima de “já ganhou”, gerando a arrogância do técnico e comissão;
* tática ultrapassada e liderança sem buscar atualização aos novos modelos do futebol;
* excessivo foco no talento individual e pouco no time;
* CBF dá péssimos exemplos de administração;
* futebol brasileiro é sucateado e gerido por amadores.
Eu apenas vi em números no jogo de hoje (7×1) o reflexo do nosso futebol.

Ao contrário disso, a Alemanha é um time que joga há muitos anos e tem toda a base formada que favorece o ambiente do foco no coletivo, na equipe e menos no individual.
Observe os motivos:
* 7 jogadores da seleção jogam no mesmo Clube (Bayern de Munique);
* Maioria dos jogadores jogam no país, mostrando a força do futebol interno;
* Esse grupo está junto há 6 anos (em média um grupo de pessoas se torna um time entre 1 e 2 anos);
* Preparação para Copa realizada no nordeste (Sul da Bahia) e os treinamentos sendo realizados às 13h (horário da maioria dos jogos deles) sem direito a academia com ar condicionado, para adaptação rápida ao clima e somente com 1 folga;
* O futebol alemão é administrado com gestão profissional e gera muitos re$ultados.

Por esses fatores eu não perdi meu tempo torcendo pela seleção brasileira. E quando vi esse time da Alemanha tendo uma preparação extremamente focada e profissional, tendo características de um verdadeiro TIME e, ainda por cima, fazendo uma homenagem ao MEU Flamengo, havia alguma dúvida sobre qual seleção iria torcer? :)

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Mas isso não é ser anti-patriota ou o que mais inventaram. Isso é torcer pela técnica de equipes na prática, pelo profissionalismo de um trabalho, pela busca constante da excelência com humildade e sem oba-oba.

Espero que hoje, 08/07/2014 seja um marco no futebol brasileiro. Estou torcendo para que o meu país aprenda com essa lição e faça uma MUDANÇA TOTAL no seu futebol e nas atitudes desse povo, conhecido pelo jeitinho e pela malandragem. Que sejamos mais honestos, corretos e profissionais em tudo que fazemos! BRASIL!!!!!

Por Alércio Bressano

Projeto Social “Todos por Um”

Essa semana (23 a 29/Jun de 2014) tive a honra de ser convidado a integrar e idealizar um projeto social. Com o objetivo de conectar pessoas interessadas em doar e instituições beneficentes que necessitam de doação, foi criado o projeto social “Todos por Um”. Estão planejadas ações periódicas nas instituições selecionadas e você poderá participar ocasionalmente ou ajudar com frequência.

Para conhecer mais esse projeto, acesse a nossa fanpage e acompanhe nossas ações. Curta, compartilhe! Doe e Inspire mais pessoas a seguirem o mesmo exemplo! Todos por Um! Juntos somos mais fortes!

http://facebook.com/projetosocialtodosporum

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Por Alércio Bressano

Câncer: uma lição de vida

Assistindo ao Fantástico do último domingo (15/06/2014), presenciei o caso da Profa. Fabrícia, que está tratando um Câncer de Mama e teve todo o apoio dos seus alunos (meninas de lenço na cabeça e um dos alunos, Matheus, raspou a cabeça).

Uma cena emocionante! Ao final, depoimento de mulheres que também passaram pelo tratamento afirmando como a vida delas mudou depois da doença.

Muitos podem se revoltar, perguntar “por que eu?”, enquanto outros demonstram como transformar um grande problema numa oportunidade de mudar e ver a vida de uma outra forma, reclamando menos e dando mais valor às coisas simples.

Por que não aprende e toma uma atitude perante as experiências de outras pessoas? Ou prefere esperar que isso aconteça com você para mudar? Vamos refletir e agir? Seja feliz!

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Por Alércio Bressano

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